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Sto.André: APROVADA PROPOSTA DE DISSÍDIO E ABONO SALARIAL NA WALTERMIC



Na Waltermic, em Mauá, durante assembleia realizada na porta da fábrica, com os trabalhadores e trabalhadoras, a proposta de 6% de dissídio a partir de 01/01/24 e o abono de 13,5% numa parcela única para ser pago em 15/03/24 foi aprovada pela companheirada.

Negociada entre o Sindicato e a empresa, essa conquista é mais uma prova da força da atuação dos dirigentes sindicais na mobilização da categoria. Anteriormente, os metalúrgicos haviam rejeitado-a por não contemplar o abono em parcela única, dividindo-o em duas vezes, além de reivindicação sobre a data de pagamento.

“Diante deste entendimento dos companheiros, o Sindicato, para chegar numa proposta aprovada pelos trabalhadores, insistiu na negociação com a empresa”, comenta o presidente Adilson Sapão, que coordenou as assembleias, ao lado dos assessores.

EQUIPARAÇÃO SALARIAL E CESTA BÁSICA

Em outras demandas apresentadas pelos companheiros, estão a equiparação salarial e um plano de cargos e salários.

“Também lutamos por essa solicitação. Nada mais justo, a empresa não pode insistir em seguir com critérios de avaliação na base de quem tem mais afinidade ou amizade com encarregados”, afirma Sapão.

O processo de entrega da cesta básica também está na pauta. Como não há parâmetros, o trabalhador que chega um minuto atrasado pode perder o benefício e o outro que teve cinco minutos de atraso, às vezes, consegue mantê-lo. “Essa falta de critério proporciona um cenário no qual somente 25% de trabalhadores na fábrica são contemplados com a cesta básica no final do mês”, explica o assessor Dudu.

A FORÇA DA SINDICALIZAÇÃO

Nas assembleias, os diretores vêm reforçando a importância do trabalhador ser sócio do Sindicato. Quem é sindicalizado defende seus direitos e se torna solidário a todos companheiros da nossa categoria. “O Sindicato, como uma entidade de luta coletiva, só fica forte para conquistar melhores condições de trabalho, com a participação dos trabalhadores ficando sócios”, diz Sapão.


Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André/Fabio Bezza

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