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Março Mulher e Vacina Já são pautas destaques de assembleia na CrisMetal

A importância do Março Mulher e a mobilização por Vacina Já foram os assuntos destaques da assembleia que aconteceu nesta terça-feira, 2, na CrisMetal. O auxílio emergencial, a luta por emprego para todos e a correção da tabela do IR (Imposto de Renda) também estavam presente na pauta.


Na assembleia, o líder sindical José Roberto destacou que o Março Mulher é um mês de Reflexão, mas que a luta pela igualdade de direitos deve ser permanente. “Sabemos que temos muito que avançar, não podemos ficar preso apenas na data. Queremos homenagear todas as mulheres e reforçar a nossa disposição de luta por um mundo mais igualitário para todas e todos”, ressaltou.



Mobilização na CrisMetal destaca força das mulheres


O diretor Alex da Força informou as companheiras e aos companheiros que na próxima quinta-feira, 4, haverá manifestações em todo o país que vão exigir o auxílio emergencial de R$ 600, vacina e emprego já. “O Sindicato vai participar com atos em frente de fábricas de Osasco e Região e com panfletagens em pontos estratégicos, como a estação de trem da CPTM, em Osasco”, explicou.


As manifestações fazem parte de uma ação conjunta das centrais sindicais que, diante dos crescentes números de casos e mortes em decorrência da covid-19, entendem que é necessário e urgente um plano nacional de vacinação para todos. Na terça, 2, segundo o Ministério da Saúde, subiu para 257.361 o número de mortes em decorrência da doença. Em apenas um dia, foram registradas 1.641 mortes.



Líder sindical José Roberto em assembleia na CrisMetal


No entanto, dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que estes números podem ser ainda maiores. Segundo a apuração: ontem, o país registrou 1.726 mortes pela covid-19, chegando ao total de 257 mil 562 mortes desde o início da pandemia.


Desemprego


No Brasil, na esteira do crescimento dos casos e mortes por covid-19, também está a taxa de desemprego, que já bateu o recorde de 14,6% nos últimos meses. Por isso que as centrais também reforçam a necessidade de ser criada e implementada políticas para a geração de empregos e renda no país. Mas, como a fome não espera, até que novos postos de empregos sejam criados, defendem a prorrogação, durante a pandemia, do auxílio emergencial de R$ 600. “Irá ajudar a fomentar a economia e diminuir a pobreza e a miséria no País”, destacaram as centrais em nota conjunta.


Para piorar, o governo federal adiou mais uma vez a correção da tabela do Imposto de Renda. Na prática, isso representa um novo aumento dos impostos. “A cada ano, mais brasileiros são obrigados a pagar IR. E quem já paga leva uma mordida ainda maior no bolso”, destaca o diretor Alex da Força.

Isso porque, de acordo com estudo do Sindifisco Nacional (Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal), 10,5 milhões de pessoas estariam isentas do imposto, se houvesse a correção da tabela. Ainda, segundo o Sindifisco a tabela do Imposto de Renda acumula uma defasagem de 113,09% desde 1996 até o ano passado.


Atualmente, a isenção vale para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês. Se a tabela fosse corrigida ao menos pela inflação, a isenção deveria valer para todos que ganham até R$ 4.022,89.

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Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região/Auris Souza

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